segunda-feira, 19 de abril de 2010

A Grande Tribulação.

ENFRENTANDO A GRANDE TRIBULAÇÃO MAS NÃO A IRA DE DEUS

Texto: Apocalipse 7

Introdução:

1. Escatologicamente aqui na CEUC nós somos:

a) Quanto ao Milênio (Apoc.20:1-10):

§ A-milenistas

§ Pré-milenistas

§ Pós-milenistas

§ Quanto ao milênio nós somos pré-milenistas.

b) Quanto ao arrebatamento (Luc.17:20-37):

§ Pré-tribulacionalistas

§ Midi-tribulacionalistas

§ Pós-tribulacionalistas

§ Quanto ao arrebatamento somos pós-tribulacionalista.

Hoje nos deteremos no cap. 7 que é uma explicitação do quinto selo. João

nos dá aqui uma espécie de “zoom” sobre a

2. situação da igreja dentro da tribulação mas não debaixo da ira de Deus.

3. Leiamos a descrição da abertura do 5º selo e o cap. 7.

4. Proposição: A Grande Tribulação é chamada em diversos lugares das Escrituras de “O Grande Dia da Ira de Deus”. Adotando a posição pós-tribulacionalista defendemos aqui que a igreja estará presente no mundo, mas debaixo da proteção de Deus e não debaixo da Sua ira. Para a devida compreensão deste acontecimento futuro iremos tratar hoje de algumas questões chaves à luz do cap. 7.

Primeira questão: O QUE É A GRANDE TRIBULAÇÃO?

1. É um período de grande sofrimento mandado por Deus sobre os habitantes da terra por causa da dureza de seus corações.

2. Vários textos dos profetas do V.T. e também textos do N.T. falam sobre este terrível Dia do Senhor: Joel 2:1; Amós 5:18; Sofonias 1:15;2:2; Isaias 2:12; Isaias 2:19-21; Lucas 23:28,29; Apoc.6:12-17; Hebreus 10:26 a 31.

Este “Dia do Senhor”, segundo a profecia das 70 semanas em Daniel 9:20-

27, deverá durar 7 anos, ou um tempo completo. No entanto é bastante

3. provável que sejam realmente 7 anos literais pois parte da profecia de Daniel que já foi cumprida o foi de forma literal.

4. Este “Dia do Senhor” tem também uma outra aplicação referente a todo Juízo de Deus sobre todos os seres humanos que viveram sobre a face da terra. Mas, Grande Tribulação é uma referência exclusiva a esse período, no futuro, sobre os que estiverem vivos.

Segunda questão: QUEM SÃO OS 144.000 SELADOS POR DEUS?

1. Embora muitos comentaristas interpretem os 144.000 de forma literal. Sendo judeus, pois a maneira de alistar 12.000 de cada tribo apela para a literalidade, mesmo que os números possam ser figurados, dando a idéia de todo Israel que estiver vivo.

2. Eu os interpreto como sendo o Israel Espiritual – A Igreja, pois há boas razões para acreditarmos assim. Certas irregularidades na lista das doze tribos de Israel levam a esta idéia. (exclusão da tribo de Dã e Efraim e a inclusão dobrada de Manasses)

3. O novo testamento claramente considera a Igreja o verdadeiro Israel espiritual. Na verdade a palavra Israel nunca é usada para a Igreja, a não ser em Gálatas 6:16.

4. Portanto vamos trabalhar com a idéia de que as duas multidões representam a igreja à luz de dois estágios da sua historia nos últimos tempos: primeiro no limiar da grande tribulação e depois de ter passado por ela, martirizadas mas vitoriosas.

5. A igreja é selada para estar protegida das pragas que expressam a ira de Deus com o anticristo e seus seguidores; mas na grande tribulação a igreja sofrerá perseguição e morte, como já tem sido por toda a sua historia.

Terceira questão: QUEM É A GRANDE MULTIDÃO DIANTE DO TRONO?

1. Os salvos mortos durante a Grande Tribulação (Apoc.7:14):

a. Compostos de judeus e gentios.

b. Conforme vemos na abertura do quinto selo (Apoc.6:9-11).

c. Não é uma referência a igreja completa, ou seja a noiva, mas a uma parte da igreja que estava presente no tempo da Grande Tribulação, composta de Judeus e gentios, selados pelo Senhor (Apoc. 9:4).

d. “E pranteá-lo-ão como quem pranteia por um unigênito, e chorarão por ele, como se chora amargamente pelo primogênito” (Zac.12:10).

e. “E Deus lhes enxugará dos olhos toda lágrima” (Apoc.7:17).

Conclusão:

Algumas conclusões se tornam obrigatórias:

1. Que devemos estar sempre preparados para passar pela Grande Tribulação se não formos chamados à glória antes.

2. Que os salvos que passarem pela Grande Tribulação estarão sujeitos a morrer, mas não estarão debaixo da ira de Deus como os demais, conforme Apoc.9:1-6.

3. Que o mistério de Cristo de que nos fala Paulo escrevendo aos Efésios é que judeus e gentios são co-herdeiros, membros do mesmo corpo e co-participantes da promessa em Cristo Jesus por meio do evangelho. (Ef.3:4-6)

4. Que tudo isto tem de nos levar a uma profunda adoração:

“Ó profundidade da riqueza, tanto a sabedoria como do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos e quão inescrutáveis os seus caminhos!

Quem, pois conheceu a mente do Senhor? Ou quem foi o seu conselheiro? Ou quem primeiro deu a Ele para que lhe venha a ser restituído?

Porque dele e por meio dele e para ele são todas as coisas. A ele, pois, a glória eternamente. Amém.”

(Rom.11:33-36).

O Principio do Fim

O Principio do Fim

Ap: 6

INTRODUÇÃO:

Os selos de Apocalipse 6 funcionam como um trailer de um filme, Como todo trailer, este capítulo nos permite conhecer:

Os personagens:

* 4 Cavalos: branco (1o selo); vermelho (2o selo); preto (3o selo); amarelo (4o selo)

* Os mártires (5o selo)

* A natureza - sol, estrelas, lua, céu

* Habitantes da terra fugindo da face de Deus (reis, grandes, ricos, poderosos, escravos e livres) (6o selo)

O grande drama por detrás da história: A luta contra o mal e suas diversas manifestações.

Esta luta levanta alguns sub-temas que são o objeto do capítulo 6:

* Os instrumentos do mal:Guerra/ Fome/ Violência/ Morte

* As injustiças cometidas – O mal atinge os santos

* A criação debaixo do cativeiro da corrupção (Rom 8:18-21)

* O final da história – será revelado no filme propriamente dito (capítulos

7 a 20)

PROPOSIÇÃO: O estudo dos selos nos revela 4 verdades sobre as últimas coisas com forte impacto sobre a nossa vida neste presente momento, enquanto aguardamos a consumação dos séculos

VERDADE 1 - A condição atual do mundo (escravizado pelo mal) será intensificada e vista com mais clareza. vv.2 a 8

Apesar de conservar ecos de uma criação originalmente muito boa, o mundo geme debaixo do ‘cativeiro da corrupção’ (Rm 8:20,21).

Guerras (cavalo vermelho); Escassez de alimentos (cavalo preto); Morte por espada, fome, mortandade e feras do campo e o próprio Inferno (cavalo amarelo) – sentem-se em casa ao cavalgar pela terra.

Pedro diz que não devemos estranhar o contato com o mal. I Pd 4:12. Morte, destruição, fome é o que deveríamos esperar em um mundo escravizado pelo mal em suas diversas formas. A fonte deste mal está fora do homem mas também dentro da própria natureza humana, cobiçosa e contenciosa (Tg 4:1,2).

VERDADE 2 – Do seu trono Deus estará onde sempre esteve: no controle.

Os cavaleiros do mal não estão livres para agir como bem quiserem. Deus está no controle (v.4;6;8;11)

A proteção do Senhor presente desde a queda (Gn 3:20) - v.4 “foi-lhe dado tirar a paz da terra”. O Senhor é que preserva a paz, o sustento e a própria vida.

VERDADE 3 – Ninguém poderá escapar do encontro com a Face de Deus. vv. 12 a 17

Rom.14:10-11 e II Co. 5:10

Para muitos, esta Face será de Ira, para outros de Glória

Uma das proteções que Deus construiu é em relação à sua própria ira. A ira de Deus provém do encontro de Sua Justiça com o pecado humano.

Deus criou um véu, escondendo o homem da Sua face.

Esta proteção é provisória. Quando o Evangelho do Reino for pregado e as oportunidades forem dadas a todos, a ira de Deus será derramada (Mt 24:14; 2 Pe 3:15; Rm 2:4-7). Para uns (os que estiverem debaixo do sangue do Cordeiro), este dia será o dia de revelação da glória de Deus e transformação da velha criação (v.12,14), para outros (os que rejeitarem a justificação em Cristo), este dia será de pavor.

Este dia foi previsto com freqüência no Antigo Testamento (Ez 9:10; Jl 2:31 e 3:14,15; Ag 2:6; Is 13:10 e 34:4; Jr 4:23-28), nos Evangelhos e nas cartas de Paulo (Mt 24:29; 2 Ts 2:10-12).

VERDADE 4 – O reino de Deus é de justiça. vv.9-11

O 5º selo: clamor dos mártires que estão na presença de Deus: Justiça – recebem vestes brancas – símbolo da justiça e da pureza de Cristo.

O propósito inegociável de Deus para a consumação do Reino é a implantação da Justiça. 2 Pe 3:13.

Salvação significa ser revestido de uma justiça que resistirá à presença do próprio Deus. Somente os que têm fome e sede de justiça encontrarão satisfação na vida celestial (Mt 5:6).

CONCLUSÃO:

Em Ap 19:11-16, o cavalo branco reaparece montado por Cristo.

Nesta hora ficará claro que existem somente dois lados: o dos exércitos que seguem o cavalo branco e o dos exércitos recrutados pelo sistema maligno. De que lado estamos tomando posição? Flertar com o pecado e admitir uma postura irresponsável, negligente e tola para com as coisas do Reino significa brincar com fogo. A busca de uma vida sem mácula e vigilante significa cerrar fileiras ao lado do Rei dos reis e Senhor dos Senhores e receber, ao final, vestiduras de linho finíssimo, branco e puro e o privilégio de contemplar a Sua face.

Sl 11:7 O Senhor é justo; os retos lhe contemplarão a face.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

A VISÃO DO TRONO DE DEUS

Ap: 4

Introdução:

Ø Depois da primeira visão do Cristo exaltado que cuida de suas Igrejas e as protege, começa a revelação do que acontecerá depois disto.

Ø Esta revelação inclui a destruição dos poderes do mal, de satanás e da morte.

Ø Mas antes de seres destruídas, essas forças más farão todo o possível para frustrar os planos de Deus.

Ø Na terra este conflito será entre a Igreja de um lado e os poderes malignos do outro.

Ø Roma no primeiro século e o anticristo nos últimos tempos serão os inimigos, mas nada poderá anular a vitória de Cristo sobre satanás.

Ø Símbolos do 4º capitulo:

1. v.3. A aparência de Deus no trono, “Diante de mim estava um trono no céu e nele estava assentado alguém”.semelhante ao Jaspe, Sardônio, e um arco íris parecendo uma Esmeralda: O que João viu no trono era tão magnífico que ele se expressou assim com elementos que ele conhecia. Portanto com as 3 pedras João deseja mostrar a magnitude de Deus, além disso, 3 é um número de Deus e vai se repetir diversas vezes neste capitulo(v.3 três pedras preciosas, v.5 três elementos da tempestade, v.8 Três vezes Santo e Três tempos, v.9,11 Tríplice adoração, v.11 tríplice determinação da criação.).

2. v.4 Vinte e quatro anciãos, alguns autores entendem que isso se refere às 12 tribos de Israel e os 12 apóstolos, ou seja, a plenitude da igreja de Cristo, porém outros preferem entender que sejam anjos adoradores do trono, pois eles já têm as vestes brancas e não precisam lavá-las com o sangue do cordeiro e a referência deles em Ap.5:8-10; 14:3; mostra que eles se referem a outros que foram comprados com o sangue e não eles próprios. Portanto eles representam um dos grupos de anjos que tem como missão adorar o Senhor e que não se afastam do trono de Deus adorando-o de eternidade em eternidade, ou seja, para sempre. Seu número é um número santo como era o de cantores e músicos no culto em 1 Cr 24.

3. v.5. Relâmpagos, vozes e trovões, sete lâmpadas e sete Espíritos de Deus: Os elementos da natureza são usados para demonstrar o poder e a gloria de Deus foi assim também durantes as aparições de Deus no AT conforme Êx.19:16-17. As setes lâmpadas e os setes Espíritos referem-se ao Espírito Santo de Deus, como o candelabro de ouro que queima diante de Deus em Êx. 30:8.

4. v.6. Algo parecido como Um Mar de vidro, claro como cristal: Há diversas interpretações sobre essa visão, porém a que nos parece mais indicada é pensarmos que esse mar simboliza a majestade da presença de Deus e a pureza celestial do ambiente em que Ele vive.

5. v.6,7. No centro ao redor do trono havia Quatro seres viventes, pareciam, leão, boi, homem, águia em vôo.

Estes quatros seres são semelhantes aos Serafins de Is. 6:1-3 e aos Querubins Ez. 10:14. Na forma eles são mais parecidos com os Querubins de Ez. Serafins e querubins desempenham a tarefa de guarda do trono e louvor à Deus, Todo estes olhos significavam vigilância incessante e inteligência ilimitada e as asas dão idéia de rapidez de locomoção, as cabeças diferentes querem representar aspectos diferentes da natureza:

Os animais selvagens, os domesticados, os homens e os animais voadores, e representam toda a criação louvando a Deus.

Os quatros querubins e os vinte quatros anciãos juntos adoram e cultuam o Criador, mas há uma pequena diferença nos cânticos. Os querubins louvam a Deus por sua natureza eterna - “que era, que é, e que há de vir”- e os vinte quatros anciãos o louvam pela gloria do que ele criou.

Proposição: Através deste texto Deus permite que tenhamos uma visão correta do seu trono eterno e como Ele controla toda a sua criação.

1- A preparação da visão v.4:1-2a. Começa e termina com “depois” João se liga à segunda parte de sua incumbência em Ap. 1:19, a visão do futuro, a figura central dessa visão será o trono de Deus.

2- O trono e o Entronizado v.4:2b-3. João viu o trono e viu alguém assentado nele, mas não viu a face de Deus, conforme ele mesmo diz em 1Jo. 4:12. O trono é um símbolo da soberania inabalável de Deus. É o próprio Deus que nele esta assentado governando o universo com sabedoria e justiça.

3- Os arredores do trono v.4:4-8a. Assim como no v.2 citou primeiro o trono e depois o detentor do trono, assim também agora, dentre os arredores celestes, estão sendo citados primeiramente os tronos: “ao redor do trono havia tronos” os últimos são subordinados ao primeiro. Ao se ajoelharem e lançarem suas coroas no v.10 seus ocupantes demonstram sua dependência e completo respeito a aquele que esta assentado no trono.

4- A veneração de Deus v. 8b-11. O incessante louvor de dia e de noite corresponde à condição de Deus enquanto vivo eternamente. Deus esta atento a tudo que se passa no universo, nada lhe foge ao controle, Ele vê tudo, sabe tudo, tem poder sobre tudo. Assim como os anjos precisamos dar a Ele o louvor devido.

Conclusão:

A nossa visão adequada de Deus pode e deve mudar as motivações da nossa vida.

1 Co. 10:31... "façam tudo para a glória de Deus" (como resultado do reconhecimento de quem é Deus) não aumenta a glória de Deus, mas produz profunda modificação em nossa vida.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Carta à Laodicéia (Apocalipse 3:14-21)

Introdução:

· Cidade: Era a cidade mais rica. Possuía vários bancos. Possuía uma Escola de Medicina. Possuía uma grande indústria têxtil. Não possuía água

· Remetente: Amém – Deus da Verdade; Testemunha fiel e verdadeira – fidelidade no relato e história, cumpre o que diz; Soberano – O primeiro no tempo, princípio;

· Conheço as suas obras: Onisciência divina acima de tudo;

· Frio x quente: As cidades vizinhas (Hierápolis: águas quentes medicinais e Colossos: água fria que vinha da montanha). A água da cidade vinha por um sistema de encanamento precário muito longo, tornava a água morna e contaminada. Nem era revigorante, refrigerante. Também não era medicinalmente quente.

· Vomitar: expelir de minha presença pela falta de utilidade. Ser intragável.

· Auto-percepção: Não relatos de perseguição romana ou dos judeus, também não há falsos mestres. Estou rico, não preciso de nada;

· Percepção divina: miserável (pobre), cego, está nu, pessoa digna de compaixão. Cristianismo nominal, indiferente e acomodado sem um núcleo de resistência espiritual.

· Conselho: Ouro refinado (tesouro verdadeiro); Vestes brancas (santidade) para cobrir a nudez; Colírio para poder enxergar; Seja rápido e arrependa-se.

· Amor = repreensão e disciplina;

· Ultimato: Aviso do convite: “Estou à porta, bato, cear (comunhão). Para crentes, não para os incrédulos. Conversão. A porta só tem maçaneta do lado de dentro.

· Vencedor = Trono (autoridade) perante outros .

· Não há elogios, nem críticas por imoralidade ou falsos ensinos.

2. Proposição: Deus deseja nos ensinar que o que de pior pode acontecer a uma igreja é a acomodação e frieza espiritual, indiferença e acomodação com a vida com Deus.

Diante desta constatação contra a secularização de uma igreja, Jesus aponta 3 coisas que a igreja deve adquirir para sair da situação de vergonha:

· Ouro refinado pelo fogo: valores que resistem à provação; Riquezas descontaminadas, puras, sem segundas intenções, sem subterfúgios.

· Vestiduras brancas: santidade. “separação para o serviço de Deus, consagração”. Kadosh, hagios.

Tese: Sacerdócio universal de todos os crentes – Todos os sacerdotes (1 Pe 2.8-10): pureza interna para ministrar diante de Deus

Êxodo 39:30; Salmos 93:5; Lucas 1:75; Efésios 4:24; 1 Tessalonicenses 3:13

· Colírio: capacidade de se ver realmente. Percepção do que se é. Isso vem de Deus (Paulo – escamas nos olhos). Auto-percepção verdadeira e compatível com Deus.

3. Conclusão:

· Secularização: a quanto tempo você não tem um tempo real com Deus,

a quanto tempo não derrama uma lágrima diante de Deus,

a quanto tempo faz que Deus não fala com você por meios próprios;

a quanto tempo a inanição espiritual está dominando seu dia a dia;

· Convite para entrar e cear. A porta só tem maçaneta do lado de dentro.

· Arrependimento.

domingo, 15 de novembro de 2009

Fale conosco!

Ajude o CEUConline
voce pode enviar:
*Fotos,
*Estudos,
*Ideias,
*Criticas e muito mais.
Mande um e-mail para ceuconline@gmail.com e fale conosco.

Tutorial

Como fazer downloads (clique nas imagens para amplia-las):
Na janela de mensagens selecione aquela que você deseja (é possível fazer download somente das mensagens que estão em PowerPoint [ppt])
Você será direcionado para uma nova pagina.
Copie o código e escreva no local indicado
Você será direcionado para outra pagina, aguarde então 25 segundos...
Clique em Download Comum e ele iniciará

sábado, 14 de novembro de 2009

Ap 3 (7-13) Igreja de Filadelfia

Filadélfia uma igreja que agrada ao Senhor

Carta à Igreja de Filadélfia - Apocalipse 3: 7-13

Introdução: I Co 1:26- 2:5

  • Filadélfia – uma igreja madura
  • A mais jovem das sete igrejas da Ásia.
  • Aparentemente, uma igreja pequena, fraca e sem influência.
  • Tinha passado por momentos de grande dificuldade, provavelmente perseguida pelos judeus, durante os quais permaneceu fiel ao Seu Senhor.
  • Perseverança é a grande virtude desta Igreja. V10
  • Perseverança traz Maturidade - Tg 1:4 “E a perseverança deve ter ação completa, para que vocês sejam maduros e íntegros, sem lhes faltar coisa alguma”.

  • Proposição: Todo Cristão deve Seguir o exemplo da igreja de Filadélfia que nos ensina o segredo da perseverança: aprender a guardar a Palavra de DEUS.

  • O salmo 119:11 ”Guardei no coração a tua palavra para eu não pecar contra ti”.

  1. Perseverar no ensino da palavra.

  • A perseverança cristã só é uma qualidade no crente porque, inicialmente, é um dom dado por Deus. É pelo seu poder que aqueles que Nele confiam são guardados para o dia da redenção. Ex: de perseverança Lc 18:1-8 (A parábola da viúva persistente)

§ Cristo nos dá oportunidades: V8 “Eis que coloquei diante de você uma porta aberta, que ninguém pode fechar”.A igreja está debaixo de muita perseguição, mas também de muitas oportunidades. Cristo nos encoraja a olharmos para as oportunidades.

§ Ele nos capacita:V8b “Sei que você tem pouca força”,

§ A Igreja tem que fazer sua parte:V8b “mas guardou a minha palavra e não negou o meu nome”.

2. Guardar a Palavra.

Princípios:

§ Guardar – (não é colocar em um cofre ou em uma gaveta, mas ter por perto, a vista, é usar e colocar em ação todos os dias) – “as pessoas somente guardam coisas que consideram valorosas. Portanto, só podemos guardar a palavra de Deus se dermos a Ela o valor devido que ela merece”.

  • Não se deixe levar pelo que é mais confortável.
  • A bonança é o tempo de relaxar com a Palavra. A tribulação é tempo de buscar, procurar alivio na palavra. Conforme Rom 5:3-5,...Paulo afirma “nos gloriamos na tribulação..., pois sabemos que ela produz a perseverança”.
  • É preciso segurar firme o que temos dia-a-dia. Até o fim.

  • Para permanecer guardada em nós a Palavra de Deus precisa de 3 coisas:

    1. Ser acolhida por nós. Em Jr. 4:14 “Ó Jerusalém, lave o mal do seu coração para que você seja salva. Ate quando você vai acolher projetos malignos no intimo?
    2. Ser nutrida: Em Dt 6:5-7 “ O Senhor, nosso Deus, é o único Senhor...Ensine-as com persistência a seus filhos. Converse sobre elas quando estiver sentado em casa, quando estiver andando pelo caminho, quando se deitar e quando se levantar”.
    3. Ser Protegida – I Pe 2:1 “Portanto, livre-se de toda maldade e de todo engano, hipocrisia, inveja e toda espécie de maledicência”.

Para proteger a palavra, precisamos dizer não aos espinhos e ervas daninhas que querem crescer juntos com a semente (malícia, engano, invejas, fingimentos, todas as murmurações).

Conclusão

O quanto temos assimilado e retido de tudo quanto temos ouvido?

Como igreja e como indivíduos o que temos feito para Acolher, Nutrir e Proteger a Palavra de Deus?

Ouça o que Jesus está nos dizendo:

Eu tenho as chaves... Preste atenção no que eu fecho e no que eu abro.

Suas forças são insuficientes. Aprenda a depender da minha força.

Dedique-se a guardar minhas Palavras.